Consonâncias e Dissonâncias

Consonâncias e Dissonâncias

Antes de começarmos a falar sobre tétrades e pêntades, precisamos entender algo muito importante, que são as consonâncias e dissonâncias.

Em cada escala diatônica encontramos sete notas, incluindo a repetição da primeira. Dentre esse conjunto de notas, percebemos que algumas soam mais de forma mais harmoniosa entre si.

Nos bastidores dessa percepção particular, há fórmulas físicas que comprovam a presença de uma frequência harmônica em algumas notas que as diferem das demais.

Em outras sentimos que passam a sensação de instabilidade ao nosso ouvido, certa tensão.

Como o nome sugere, o termo consonância faz referência às notas que se “casam” harmoniosamente entre si, sem provocar uma sensação desconexa ou desafinada.

Dissonância é o termo usamos pra nos referirmos aos intervalos que não se interagem entre si de forma completamente harmoniosa.

Claro que isso não é uma regra, pois há pessoas que agradam, e com razão, do som gerado pelas notas dissonantes, os quais podem perfeitamente embelezar uma música.

Os graus III, IV, V e VI, de maneira informal, são descritos como consonantes numa escala, ao passo que os graus II, IV Aumentado, V Diminuto e VII são percebidos como dissonantes.

Ou seja, seguindo o que foi dito acima, se no acorde de Dó Maior, nós usarmos as notas Ré, Fá#, Sol bemol, ou Si, estaremos diante de uma acorde dissonante.

Ainda mais, se você usar num acorde determinada nota de sua escala, entretanto alterada (#, b, etc.)  está produzindo também uma dissonância.

A título de exemplo:

Supomos que no acorde de Dó (seja maior ou menor), resolvemos incluir o LA#, ou REb, tal nota será uma dissonância, portanto o acorde também será dissonante.

Essa foi apenas uma pincelada, uma visão geral sobre um assunto que é bem complexo e profundo.

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