Teoria Musical

Teoria Musical

Nessa categoria vamos conversar um pouco sobre teoria musical. A ideia é começar do começo, falando sobre:

  • Notas musicais
  • Intervalos
  • Ccampo harmônico
  • Formação de acordes
  • Pentatônicas
  • e muito mais

Certamente você já ouviu as notas musicais mesmo que seja em canções infantis. O famoso jingle Dó, Ré Mi, Fá, Sol, Lá, Si.

Caso eu esteja enganado, não tem problema, aqui falaremos bastante sobre este assunto.

No total. Existem 7 notas musicais, as quais mencionei acima, as chamadas notas naturais. É a partir delas que ocorrem outras centenas de milhares de variações, os acidentes musicais (sustenido, bemol. Diminuto, etc).

As notas naturais (Dó, Ré Mi, Fá, Sol, Lá, Si) é o alicerce para todo o conhecimento a seguir, sendo extremamente importante que você as decore até mesmo de trás pra frente.

Outro assunto muito interessante quando começamos nosso estudo sobre teoria musical, são os intervalos musicais.

Na música são conhecidos como intervalo tonal. Tomando como exemplos as notas naturais que vimos logo acima, a distância entre cada uma delas equivale a 1 tom.

Isso significa dizer que se você tocar a nota FÁ (F) e em seguida tocar nota SOL (G), entre o F e G você “andou” a distância de 1 Tom.

Mas antes de aprofundarmos neste assunto em posts futuros, que deixar você ciente de que, embora pareça bastante simples, a primeira vista pode não ser tão fácil assim.

Pois há algumas ressalvas quanto ao intervalo entre cada nota natural, que se dá entre as notas SI e DÓ, que ao invés de termos 1 tom, na verdades temos apenas ½ tom.

Outro local onde isso também ocorre é entre as notas MI e FÁ, onde temos também somente ½ tom.

Pra te ajudar a memorizar esses detalhes, basta você si lembrar que ambas as notas onde isso ocorre, elas terminal com I (SI e MI).

Campo Harmônico

campo harmônico tocando com estilo
Tonalidade Maior

Como veremos nos artigos, a escala determina quais notas vamos usar em determinada canção, levando em consideração a sua tonalidade.

Neste artigo, iremos ver que, da mesma forma que temos métodos para aplicar nota numa música, temos métodos para usarmos os acordes em sua composição.

Isso significa que uma música na tonalidade “X” vai ter os acordes certos que o compositor pode usar nela, isto é o que conhecemos como campo harmônico.

Temos centenas de milhares de acordes que podemos construir, sem uma “lei” para usá-los, ficaria quase impossível você conseguir “pegar” uma música. É normal os iniciantes no violão ficarem em dúvida em relação os acordes presentes em determinada música.

Sem o campo harmônico você teria que fazer basicamente iguais os softwares que quebram senha, ir mediante infinitas tentativas até encontrar o acorde que está sendo usado naquela canção.

Composição Musical

Para compor uma música, temos definido quais notas são possíveis de serem usadas dentro de cada tom, dando origem as escalas diatônicas.

Analisando as notas destas escalas, foi possível elaborar o grupo de acordes que pertencem a mesma tonalidade, surgindo assim o campo harmônico.

A escala de DÓ, por exemplo, é composto pelas seguintes notas: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si

Logo, a partir destas notas da escala de DÓ que criaremos o campo harmônico (com os acordes pertencentes) de DÓ.

Antes, vamos falar um pouco sobre tríades da tonalidade, antes de avançarmos para os acordes com sétima e tétrades.

A fim de facilitar a sua compreensão, vou mostrar aqui o método certo para conseguir as tríades e posteriormente explico como montar o campo harmônico.

Montando Campo Harmônico

Na hora de criar o campo harmônico de uma tonalidade, necessitamos criar tríades com intervalos de terças no meio de cada nota composta na escala.

Para esclarecer, a terça se refere a 2 notas após a nota de referência.

Veja, se você executar o DÓ, logo a terça dessa nota seria o MI, isto é, 2 notas depois do DÓ (nota de referência).

Quando você chega na nota MI, você faz mais um salto de terça e obterá a nota SOL.

Também usaremos a tônica e a estrutura ficará T > 3 > 5, sendo possível usar somente notas que compõem a escala da tonalidade em que você está.

Como o exemplo aqui foi o DÓ, todas as notas que você usar precisa estar presente na escala de Dó. Bom, este artigo foi bastante rápido apenas para introduzir o conteúdo sobre a formação do campo harmônico.

O Conceito de Cifras

O Conceito de Cifras tocando com estilo

O objetivo da cifra é simplesmente facilitar a escrita musical e diminuir o tamanho de determinados acordes.

A cifra é muito utilizada na representação da música popular e muitos iniciantes do violão, optam por esse tipo de conteúdo.

Na outra ponta temos também as partituras, que não irei abordar aqui, porém recomendo fortemente o estudo.

Ao contrário das cifras, na partitura você encontra diversos elementos que se compreendidos, nos dizem os intervalos entre cada nota do acorde, oitavas, altura, ritmo e muito mais. Entretanto essa escrita musical é mais complexa e exige um estudo mais aprofundado que o método de cifras.

No método das  cifra, toda nota tem uma letra correspondente para representa-la, e cada acidente (sustenido e bemol) é indicado por um símbolo e os acréscimos são representados pelos números, tudo com intuito de reduzir a escrita do acorde.

Harmonia, Melodia e Ritmo

Ritmo Melodia Harmonia tocando com estilo

Quem se envereda pelo caminho da música e começa a estudar teoria musical, cedo ou tarde acaba se deparando com os termos Harmonia, Melodia e Ritmo.

Esses são os 3 ingredientes presentes em toda música, ou pelo menos em sua maioria, uma vez que esse trio não é obrigatório estar presente em toda composição.

Isso porque podemos compor uma música usando somente instrumento melódico e tambores.

Ritmo

Trata-se do elemento responsável pela velocidade, intensidade e função de cada nota musical. O ritmo é a batida da música e tempo da música, que normalmente são marcados pela bateria ou percussão.

O contra baixo também pode ficar encarregado de trabalhar a parte rítmica, o próprio violão ou teclado, caso estejam sendo tocados sem outros instrumentos acompanhando a música. A bateria por sua vez é capaz de ditar o andamento da música e essa será um Rock, Por, Sertanejo, etc.

Melodia

Aqui entra as escalas musicais, pois a melodia é a categoria que apresenta uma sequência de notas ou sons. E a função da escala é determinar quais notas farão parte de determinada música, com base na sua tonalidade.

A melodia é um agregado de notas, tocadas em sequência e que são  cantadas apenas durante a música. Em cada sílaba que você cantar, você está entoando uma nota distinta e esse conjunto de notas é que chamamos de melodia.

O instrumento melódico é ótimo para nosso exemplo, pois eles liberam sons separadamente, isto é, uma nota por vez, isolada. Podemos citar instrumentos que se encaixam nesta categoria, o saxofone e a flauta.

Harmonia

Em minha opinião a harmonia é o elemento crucial em qualquer composição musical. A harmonia são todos os acordes a serem tocados numa música, claro que não acordes aleatórios, mas escolhidos com base na escala e tonalidade da música em questão.

Como vimos, a melodia é a sequência de notas que tocamos, ou seja, um som individual. Na harmonia tocamos os acordes, que são formados por um conjunto de notas, isto é, vários sons tocados simultaneamente.

Como esclareci no início deste pequeno artigo, você não é obrigado a inserir esses 3 elementos em sua composição, entretanto, se o fizer, a sua música ficará mais “completa” e consequentemente mais agradável aos ouvidos, principalmente aqueles mais críticos.

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